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Draft 2023: As necessidades do Charlotte Hornets

Jumper Brasil aponta caminhos e alternativas para o Hornets no recrutamento deste ano

Draft 2023 Charlotte Hornets
David Sherman / AFP

O Jumper Brasil dá prosseguimento à série diária “Draft 2023: As necessidades de cada time”, desta vez com o Charlotte Hornets. Afinal, a equipe da Carolina do Norte terá o privilégio de fazer a segunda escolha no recrutamento deste ano.

Em 2022/23, o Hornets fez a quarta pior campanha da temporada, com 27 vitórias e 55 derrotas. No entanto, o time de Charlotte não espera demorar a ser competitivo novamente. Para isso, nada melhor do que ter o privilégio de fazer a segunda escolha em um Draft tão aguardado. Além disso, o Hornets terá outra pick de primeira rodada e mais três na segunda rodada. Ou seja, cinco escolhas no recrutamento.

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A franquia, aliás, pode passar por mudanças em breve. Afinal, o dono da maior parte das ações do Hornets, o lendário Michael Jordan, está disposto a vender a sua “grande fatia do bolo”. Assim, a equipe poderá ter um novo comando nesta offseason.

Draft 2023: As necessidades do Charlotte Hornets

Elenco para a próxima temporada (nove atletas com contratos garantidos)

PG: LaMelo Ball (21 anos, expirante de US$10,9 milhões)
SG: Terry Rozier (29 anos, US$23,2 milhões) / James Bouknight (22 anos, US$4,6 milhões) / Bryce McGowens (20 anos, US$1,7 milhão)
SF: Gordon Hayward (33 anos, expirante de US$31,5 milhões) / Cody Martin (27 anos, US$7,5 milhões)
PF: Kai Jones (22 anos, US$3 milhões)
C: Mark Williams (21 anos, US$3,9 milhões) / Nick Richards (25 anos, US$5 milhões)

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Média de idade: 24,4 anos
Folha salarial: US$91,3 milhões
Agentes livres: Miles Bridges (SF/PF, 25 anos, restrito), PJ Washington (PF, 23 anos, restrito), Théo Maledon (PG, 22 anos, restrito), Kelly Oubre (SF, 27 anos, irrestrito), Svi Mykhailiuk (SG/SF, 26 anos, irrestrito), Dennis Smith (PG, 25 anos, irrestrito)
Contratos não garantidos: JT Thor (PF, 20 anos, US$1,8 milhão), Kobi Simmons (PG, 25 anos, US$2 milhões)
Exceções salariais: mid-level para times que não pagam Luxury Tax (US$12,2 milhões), bi-anual (US$4,4 milhões), trade exception (US$1,9 milhão, válida até 09/02/24)

Posições carentes: todas

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Necessidades da equipe

  • Extensão prévia de LaMelo Ball. Nada mais óbvio do que renovar o vínculo com o melhor jogador do time.
  • Outro projeto de astro. Com a segunda escolha do Draft 2023, o Hornets vai suprir uma de suas maiores necessidades. Afinal, o time tem duas ótimas opções: Scoot Henderson e Brandon Miller. Assim, o escolhido tem tudo para fazer uma ótima dupla com LaMelo, hoje, “o cara” da equipe.
  • Trocar Gordon Hayward. O veterano tem um contrato expirante e não está na timeline da equipe.
  • Bons arremessadores. Afinal, o time de Charlotte teve a pior eficiênca ofensiva em 2022/23 (108,4 pontos por 100 posses). Além disso, foi o segundo pior em aproveitamento nos arremessos de quadra (45,7%) e nas bolas de três pontos (33%). Do atual elenco, apenas LaMelo (37,8%) acertou mais do que 33% dos arremessos do perímetro, o que é assustador.
  • Renovar com PJ Washington, que já se provou um bom valor para o futuro da equipe.

Escolhas no Draft 2023: 2, 27, 34, 39 e 44

Prospectos mais indicados

* Pick 2

Brandon Miller (SF, Alabama, freshman, 20 anos). A combinação de tamanho, capacidade atlética, arremesso, defesa e criação de jogadas fazem de Miller um prospecto especial, aliás, um dos mais completos de 2023. No ataque, ele é um dos melhores e mais dinâmicos arremessadores da classe. Além disso, tem potencial para atuar como point forward na NBA. Afinal, Miller é um passador inteligente, avançado para um jogador de sua posição. No outro lado da quadra, ele exibe versatilidade defensiva, já que possui agilidade lateral de elite e tamanho para marcar múltiplas posições. Miller, portanto, tem as ferramentas para se estabelecer como um jogador efetivo nos dois lados da quadra. Enfim, não é exagero afirmar que estamos falando de um futuro astro da NBA.

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Scoot Henderson (PG, G League Ignite, 19 anos). Henderson seria a primeira escolha em recrutamentos anteriores, mas deu “azar” de estar na mesma classe de Victor Wembanyama. Ele é um armador que chama a atenção pelos atributos físico-atléticos de elite. Scoot é um verdadeiro pesadelo para os oponentes em transição. Afinal, a sua velocidade e explosão em quadra aberta, com ou sem a bola, é impressionante. Assim, chega à cesta quando quer por causa da sua combinação de força física, explosão e velocidade. Além disso, Henderson possui um dos jogos de midrange mais refinados da classe. Ou seja, você realmente pode utilizá-lo em situações de isolation. Sem a bola, ele é oportunista e, acima de tudo, rápido atacando espaços abertos como cutter. Como passador, Scoot é subestimado. Ele toma rápidas decisões com passes e, por isso, deve tirar proveito do melhor espaçamento da NBA. Na defesa, o armador é um explosivo quebrador de linhas de passe e protetor de aro, mas peca pela inconstância nesse lado da quadra.

* Pick 27

Colby Jones (SG/SF, Xavier, junior, 20 anos). Jones é um ala que possui um elevado QI de basquete nos dois lados da quadra. Além disso, é um ótimo criador para os companheiros, evoluiu como arremessador do perímetro (quase 38% de aproveitamento) e mostra versatilidade defensiva. Portanto, um protótipo de role player que cairia bem em qualquer equipe da NBA.

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Ben Sheppard (SG, SF, Belmont, senior, 21 anos). Sheppard é um ótimo arremessador, tanto na meia distância quanto no perímetro (letal no catch-and-shoot), mas que também se destaca nos cortes em direção à cesta. Além disso, tem entendimento avançado do jogo e consegue criar para os companheiros (facilidade no pick-and-roll). Na defesa, ele entrega muita energia e disciplina, com destaque para a antecipação nas linhas de passe. Enfim, trata-se de um potencial 3-and-D na NBA. Um dos prospectos que se saíram bem no Combine, Sheppard tem subido nas projeções recentes, sendo cotado, inclusive, para o fim da primeira rodada.

Dariq Whitehead (SF, Duke, freshman, 18 anos). Apesar da lesão no pé direito que o limitou em Duke, Whitehead oferece um enorme upside nos dois lados da quadra. Um dos prospectos mais jovens da classe, o ala chama a atenção pelos atributos físico-atléticos de elite. Além disso, já se mostrou um ótimo arremessador do perímetro (aproveitamento de quase 43%) e um sólido defensor. Portanto, um protótipo de 3-and-D, tão em alta na NBA. Por fim, Whitehead é um talento a ser lapidado. Ou seja, um projeto de médio e longo prazo.

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* Picks 34, 39 e 41

Brandin Podziemski (PG/SG, Santa Clara, freshman, 20 anos). Podziemski é um combo guard que faz de tudo um pouco em quadra. Arremessa bem (quase 44% de aproveitamento nas bolas de três), é esforçado na defesa e consegue criar para si e os companheiros.

Marcus Sasser (PG, Houston, senior, 22 anos). Sasser é um armador que sabe controlar o ritmo do jogo (facilidade para mudar de velocidade) e contribui nos dois lados da quadra. Afinal, é um grande defensor de perímetro, que joga sempre com muita intensidade (um verdadeiro carrapato), e, no ataque, é um excelente arremessador (aliás, possui uma mecânica de arremesso elogiável). Dono de um ótimo controle de bola, Sasser tem como marca registrada o toque macio no floater. Por fim, não precisa da bola para impactar o time.

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Julian Strawther (SG/SF, Gonzaga, junior, 21 anos). Strawther é um dos melhores arremessadores da classe (aproveitamento de quase 41% do perímetro). Dessa forma, seria uma boa opção para o time de Charlotte no final da primeira rodada. Afinal, ele ajudaria o Hornets em uma de suas maiores necessidades no Draft 2023: a bola de três.

Kobe Brown (PF, Missouri, senior, 23 anos). Brown é um ala-pivô que tem um QI elevado de basquete e consegue criar para os companheiros. Ou seja, algo não muito comum para um jogador do seu tamanho. Além disso, chama a atenção pela versatilidade, tanto defensiva (força física para marcar pivôs e agilidade para conter alas menores e velozes) quanto ofensiva (jogo apurado de costas para a cesta, consegue espaçar a quadra com arremessos do perímetro). Aliás, considero Brown um dos prospectos mais subestimados da classe. Enfim, ele faz de tudo um pouco em quadra e chega pronto para contribuir na NBA.

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