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Protesto que o Mavs quer contra o Warriors foi aprovado uma vez na NBA, mas resultado foi ruim

Na temporada 2007/08, a liga permitiu que o resto de uma partida fosse realizado em outro dia

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Cooper Neill / AFP

Mark Cuban, dono do Dallas Mavericks, não gostou da decisão da arbitragem na noite de quarta-feira. Como resultado, a direção do Mavs registrou um protesto contra o Golden State Warriors para que a NBA analise o erro. No entanto, a liga já aprovou uma reclamação similar.

Durante a temporada 2007/08, Miami Heat e Atlanta Hawks disputavam uma partida da fase regular. Só que houve, de fato, um erro da arbitragem. Na ocasião, Shaquille O’Neal, então jogador do Heat, saiu com seis faltas restando 51.9 segundos para o fim. Então, Al Horford, que jogava pelo Hawks, converteu dois lances livres e deixou o placar em 114 a 111. Ao fim do jogo, Atlanta venceu por 117 a 111 no dia 19 de dezembro de 2007.

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Mas quando a comissão técnica do Heat conferiu os números, notou que uma falta que atribuíram a O’Neal foi, na verdade, de Udonis Haslem. A diretoria reclamou, a liga acatou e os tais 51.9 segundos finais seriam disputados em um próximo encontro entre Hawks e Heat. A NBA marcou para o dia 8 de março de 2008.

Portanto, tudo certo. Shaq poderia entrar em quadra e atuar por quase um minuto e Miami tentaria a vitória com o placar partindo de 114 a 111.

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Só que o Heat trocou O’Neal naquela trade deadline para o Phoenix Suns. Então, quando chegou na data do jogo, ele não poderia atuar.

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Heat e Hawks jogaram duas partidas naquele 8 de março. A primeira, complementando a de 19 de dezembro (ninguém pontuou e ficou 114 a 111). Em seguida, realizaram a outra. Atlanta venceu as duas, no fim das contas. Portanto, de nada adiantou Miami protestar. Primeiro, porque já não tinha aspirações de classificação aos playoffs. Depois, o resultado foi o mesmo. Mas era mais ou menos o que a equipe queria.

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Como o Heat estava em processo de reconstrução de elenco, entretanto, deu certo.

Agora, o Mavs, que luta quase diretamente com o Warriors por uma vaga aos playoffs da NBA, tenta um protesto para reverter o resultado. Então, a liga teria de refazer os últimos dois minutos, atlém de todo o quarto período.

Erro?

Voltando de um tempo, Kevon Looney teve passagem livre para anotar dois pontos. A equipe de Dallas, acreditando que a posse era deles, estava do outro lado da quadra para iniciar o ataque. Então, em suas redes sociais, Cuban disse que foi um erro dos juízes.

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“Durante o intervalo, os oficiais mudaram de decisão e não nos contaram. E quando eles nos viram no outro lado da quadra, só deram a bola para nossos oponentes. Foram pontos de graça. É loucura como isso foi decisivo em um jogo que acabou em 127 a 125”, escreveu o empresário.

Além disso, Cuban intitulou o caso como “o pior erro sem ser apitado na história da NBA”. “Tudo que eles tinham que fazer era nos avisar”, concluiu ele.

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Após isso, Sean Wright, chefe da equipe de arbitragem do jogo, disse que não houve erro no lance, já que a posse tinha sido indicada para o Warriors e ao Mavericks.

“Houve dois sinais. O segundo, que indicava a franquia de Dallas, era para indicar o intervalo que eles pediram”, afirmou Wright.

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