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Três opções de trocas para o Utah Jazz

Time de Salt Lake City briga por playoffs, mas apresenta queda brusca na temporada

opções trocas Utah Jazz
Melissa Majchrzak / AFP

O Utah Jazz começou a temporada 2022/23 como uma grande surpresa, liderou, mas agora está pensando em opções de trocas. O time de Salt Lake City começou a cair na tabela do Oeste e a carruagem virou abóbora. Hoje, a equipe ocupa apenas o décimo lugar do Oeste e vê a aproximação de outras equipes na luta pelo play-in. Agora, existem duas opções claras. Ou a direção faz negociações para tentar a classificação direta ou abraça o tank.

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Dono de três escolhas de Draft na primeira rodada de 2023, o Jazz pode utilizar as picks como barganha por melhores jogadores para agora. É preciso entender, antes de qualquer coisa, quais são os atletas que a direção quer proteger. Lauri Markkanen e Walker Kessler, obviamente, são dois deles. Mas e o resto?

De acordo com rumores, Mike Conley, Jordan Clarkson, Malik Beasley, Kelly Olynyk e Jarred Vanderbilt são os principais nomes no mercado. No entanto, qual é o valor de cada um deles? Além disso, o que o Jazz quer para a atual campanha?

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Se estivermos pensando exclusivamente em classificação, o ideal é tentar trazer jogadores experientes, de valor, que consigam fazer a engrenagem funcionar. Mas se for para reformular o elenco, aí é o contrário: trocar os veteranos por mais escolhas de Draft e jovens talentos.

Então, vamos mostrar duas opções de trocas que façam o Utah Jazz brigar pelos playoffs e uma pensando na reconstução. Primeiro, uma que o jornalista Marc Stein, do site Substack, indicou recentemente.

Troca tripla com Cavs e Hawks

Stein afirmou que as três equipes pensam em uma negociação. O Cleveland Cavaliers quer um ala, enquanto o Atlanta Hawks disponibiliza John Collins. Pelo lado do Jazz, vários daqueles nomes que citamos estariam prontos para uma troca. Neste caso, entretanto, o Cavs receberia o ala Malik Beasley por sua capacidade no arremesso de longa distância.

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A defesa de Cleveland é a prioridade, mas a direção não trouxe bons arremessadores para a temporada. Hoje, o Cavaliers tem um ataque lento (o pior da NBA, com 95.5 posses por 48 minutos). É o famoso Pace. Donovan Mitchell e Darius Garland monopolizam muito a bola e não aceleram o jogo. Portanto, com um arremessador especialista, a tendência seria fazer os organizadores encontrarem ele livre. E Beasley se movimenta bem no perímetro. Seria uma peça ideal ali.

Por outro lado, o Jazz receberia John Collins. Embora não seja um grande defensor, ele tem a capacidade de espaçar a quadra e jogar como pivô por muitos minutos. Não que Kessler seria reserva, mas existe a chance de Markkanen atuar como ala. No início de uma segunda unidade, Collins ficaria mais próximo do garrafão, enquanto o finlandês jogaria na posição que já faz, a de ala-pivô.

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Na época em que Markkanen jogou pelo Cavaliers, ele era um ala. E ele fez diversos jogos por Utah ali. Então, não seria exatamente um problema para ele.

Por fim, o Hawks levaria o contrato expirante de Caris LeVert. Embora ele seja realmente muito bom, existe um problema para Atlanta: ele demanda muito a bola. Em um time que conta com Trae Young e Dejounte Murray, talvez não seja a melhor ideia.

A troca

Como Collins tem o maior salário entre os três e existe uma boa diferença entre eles, a troca não bate. Então, é necessário que o Jazz envie um outro jogador para concluir. Neste caso, poderia ser Nickeil Alexander-Walker, que tem um expirante de US$5 milhões.

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Atlanta recebe: Caris LeVert (US$18.8 milhões) e Nickeil Alexander-Walker (US$5 milhões)
Cleveland recebe: Malik Beasley (US$15.6 milhões)
Utah recebe: John Collins (US$23.5 milhões)

Troca com o Dallas Mavericks

Ainda pensando em opções de trocas para que o Utah Jazz lute por playoffs, existe um rumor em cima de Dorian Finney-Smith, do Dallas Mavericks. De acordo com o jornalista Shams Charania, do site The Athletic, o Jazz quer trazer um especialista em defesa. Neste caso, Finney-Smith é o oposto de John Collins. Embora ele esteja arremessando apenas 34.8% de três na atual temporada, ele superou a marca dos 39% nas últimas duas. Ou seja, capacidade para replicar em outro time, o jogador tem.

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Existe um certo nível de otimismo por parte da diretoria. No entanto, o Mavs quer um jogador para aliviar a barra de Luka Doncic. Segundo Charania, a pedida seria por um astro ou alguém com o nível para ser um. Logo, o que se imagina é Jordan Clarkson pelo salário e qualidade ofensiva.

Além disso, o Jazz não faria muita força para segurar o atleta. Isso porque, do banco, a equipe conta com um jogador que não tem sido tão aproveitado na mesma posição, Collin Sexton. É importante salientar que Sexton teve sua melhor fase na NBA como um ala-armador. Em Salt Lake City, ele vem sendo cada vez mais o reserva de Mike Conley na armação.

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Apenas para relembrar, Sexton teve cerca de 18 arremessos por jogo em 2020/21, quando registrou 24.3 pontos. Hoje, ele arrisca a metade disso e anota 14.3. Se ele receber mais minutos após uma hipotética saída de Clarkson, sua produção deve melhorar sensivelmente. Já com Finney-Smith, Utah receberia um ótimo defensor para atuar ao lado de Markkanen.

Por fim, o Mavs sente a falta de Jalen Brunson. Na verdade, de alguém que simule o seu jogo vindo do banco ou com Spencer Dinwiddie se tornando o sexto homem. Clarkson pode não ser o armador dos sonhos de ninguém, mas ele sabe ajudar na organização ofensiva. De quebra, ele tem aproveitamento similar ao de Finney-Smith em três pontos.

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A troca

Dallas recebe: Jordan Clarkson (US$13.3 milhões)
Utah recebe: Dorian Finney-Smith (US$12.4 milhões)

Troca para reformular o elenco

É o pior dos cenários, mas existe a chance de acontecer. Até o dia 9, data da trade deadline, o Utah Jazz terá quatro jogos. Todos difíceis. Apesar de serem partidas em casa, o Jazz pega Toronto Raptors, Atlanta Hawks, Dallas Mavericks e Minnesota Timberwolves. Com 26 vitórias e 26 derrotas, a equipe não tem margem para erro até lá. Caso contrário, Oklahoma City Thunder, Portland Trail Blazers e até o Los Angeles Lakers podem ultrapassar na classificação.

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Então, a primeira opção seria trocar Malik Beasley para o Milwaukee Bucks. Existe interesse, mas depende se a negociação por Jae Crowder vai acontecer mesmo. Se não funcionar, Beasley pode ir para Milwaukee. Em contrapartida, o Jazz receberia Grayson Allen, George Hill, MarJon Beauchamp e uma escolha de primeira rodada de 2029 com proteção top 5.

De acordo com o jornalista Adam Bushman, do SB Nation, o Jazz ainda pode negociar uma de suas escolhas de primeira rodada. A que vem do Brooklyn Nets, por exemplo, pode resultar em algum jogador para o que Utah precisa. Ou seja, se enviar a pick do Nets, além de Jarred Vanderbilt e Nickeil Alexander-Walker para o Charlotte Hornets, pode receber Jalen McDaniels e PJ Washington.

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Outro que pode sair seria Kelly Olynyk. Apesar de ele não ser um grande defensor, Olynyk é um jogador que colabora com o time ofensivamente. É muito bom no post, sabe passar (3.2 assistências em 2022/23) e converte 41.4% dos arremessos de três. Ou seja, quem quiser o atleta, vai precisar “pagar” bem. E vale ressaltar que ele foi parte da negociação com o Detroit Pistons por Bojan Bogdanovic.

Seja como for, o Utah Jazz possui muitas opções de trocas e pode se tornar um real “vendedor” na trade deadline.

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