O Miami Heat está a procura de um novo nome para sua arena, já que encerrou parceria com a empresa do ramo de criptomoedas, FTX, após declaração de falência. Agora, então, o a franquia da NBA busca novos parceiros comerciais para vender o naming rights da sua casa.
A FTX declarou falência na sexta-feira (11), com a renúncia de seu CEO, obrigando a ruptura do Heat, que busca um novo dono para dar nome à sua arena. Vale ressaltar que a corretora era uma das maiores no segmento de criptomoedas e tinha conquistado lucro de US$388 milhões em 2021.
Em nota, o Miami Heat se disse “extremamente desapontado” com a situação do ex-parceiro e que já trabalha para conseguir um novo patrocnador. A instalação levava o nome de FTX Arena desde o ano passado, quando o acordo foi firmado. Segundo o portal Bloomberg, o contrato era de US$135 milhões por 19 anos, ou seja, até 2040.
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Na última temporada, o antigo Staples Center, onde Los Angeles Lakers e Los Angeles Clippers mandam seus jogos, deu lugar a uma empresa do ramo de criptomoedas: a Crypto.com. Por ora, não há nenhum alerta para as franquias da Califórnia.
Por que faliu?
A falência veio após escândalos de manipulação no valor de moedas. No dia 6 de novembro, o CEO da Binance, maior empresa do ramo, deu declarações indicando que ia parar de investir na FTX. Algo que fazia desde 2019. Agora, focaria nas vendas da própria moeda.
Então, após uma falha tentativa de vender a FTX, usuários começaram a tirar seus fundos da casa, que perdeu quase 94% do seu valor comercial. A empresa também tinha investido na MLB, liga americana de de baseball, sendo uma patrocinadora oficial do torneio.
Além disso, a agência agora falida, também era patrocinadora da Mercedes, na Fórmula 1 e da TSM, do setor dos E-Sports. Por fim, a Universidade de California também tinha parceria pelos direitos de nome de seu estádio com a FTX. O acordo era de US$17,5 milhões por 10 anos.
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