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Três opções de trocas para o Charlotte Hornets

Time entra na offseason em busca de peças para lutar por playoffs

opções trocas Charlotte Hornets
Jared C. Tilton / AFP

A offseason da NBA se aproxima e os rumores crescem a cada dia. Hoje, listamos três opções de trocas para o Charlotte Hornets. A partir de agora, vamos explorar possibilidades de cada time para a próxima temporada.

Dois anos de LaMelo Ball, dois anos de play-in. O Charlotte Hornets estagnou sob o comando de James Borrego (Kenny Atkinson será seu substituto) e não conseguiu evoluir na tabela, embora tenha obtido resultados nitidamente melhores. Em 2020-21, o Hornets somou 33 vitórias e 39 derrotas (45.8% de aproveitamento), mas subiu para 43 triunfos em 82 jogos (52.4%) na atual campanha. Ou seja, até foi superior. Só não deu para transformar tais triunfos em uma classificação direta aos playoffs. No fim das contas, custou caro a Borrego e, agora, o time deve passar por algumas mudanças. Mas o que mais preocupou o Hornets em 2021-22? A defesa. Então, vamos traçar o objetivo de buscar trocas que resolvam isso.

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Opções de trocas para o Charlotte Hornets

Kentavious Caldwell-Pope

Vamos começar pelo começo, né? Se o Charlotte Hornets tem seu futuro em cima de LaMelo Ball, então é necessário ter ao lado dele um jogador experiente, que saiba defender e arremesse de três. “Bom e barato” assim, tem Kentavious Caldwell-Pope, que faz os dois. Aqui, seria a troca de um jogador de perímetro por outro, ambos em condições similares de contrato.

O Hornets enviaria Kelly Oubre ao Washington Wizards, enquanto Caldwell-Pope faria movimento inverso. Oubre iniciou sua carreira no Wizards e pode ser o sexto homem, atrás de Bradley Beal e Kyle Kuzma (presumindo que ele jogue como ala). Em contrapartida, KCP jogaria ao lado de Ball para fortalecer o perímetro.

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Mas e Terry Rozier? Calma, ele sai na próxima opção em um pacote por pivô, outra carência da equipe.

 

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Al Horford

É até estranho incluir Al Horford agora, durante as finais, mas do elenco do Boston Celtics, é o primeiro nome que pinta como “trocável”. Então, Horford, de 36 anos, iria para o Charlotte Hornets por Terry Rozier (ué) e Mason Plumlee. Não, eu não estou querendo fazer o Celtics pior. Apenas estou deixando para que você imagine aí a equipe de Massachusetts com alguém para dividir a bola no ataque (Rozier) com Marcus Smart, Jaylen Brown na ala, Jayson Tatum de ala-pivô, enquanto Robert Williams cuida do garrafão.

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Ah, mas e o Plumlee?

Bem, ele vai para o último ano de contrato. Plumlee sabe passar a bola melhor do que a imensa maioria de pivôs na NBA, mas uns 12-15 minutos por noite na equipe não mataria ninguém. Enquanto isso, Rozier já esteve em Boston, sabe como as coisas funcionam por lá e pode, eventualmente, dar lugar a Derrick White no quinteto titular para que ele saia do banco. Além disso, ele é capaz de produzir seus 15 pontos com 40% de aproveitamento de três no Celtics.

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Por outro lado, Horford terá contrato expirante e poderia servir como mentor de um prospecto que quase ninguém fala: Kai Jones. Em 24 jogos na G-League, Jones fez 18.3 pontos, 11.0 rebotes, 2.0 bloqueios e 1.6 roubada, com mais de 60% de aproveitamento nos arremessos.

 

Mike Conley e Royce O’Neale

Estamos quase lá, mas já imaginou como poderia ser bom o Charlotte Hornets com um reserva de peso para LaMelo Ball? E que tal um outro defensor de perímetro? Mike Conley e Royce O’Neale resolveriam os casos. Em contrapartida, o Utah Jazz receberia um rosto conhecido, o ala Gordon Hayward.

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Primeiro, com a possível troca do Jazz por Clint Capela, John Collins, Kevin Huerter e a escolha 16 do draft pelo pivô Rudy Gobert, o time ficaria para Donovan Mitchell comandar. Mitchell já é quem coordena as jogadas em Salt Lake City, certo? Por que não oficializar e ele ser o armador de fato? Ao seu lado, ele teria Huerter e Hayward, enquanto o garrafão seria formado por Collins e Capela. Para o Jazz, que ainda poderia trocar Bojan Bogdanovic para reforçar o banco, seria melhor, certo?

Enquanto isso, o Hornets receberia jogadores veteranos, ótimos nos arremessos de longa distância e especialistas em defesa. É o que a NBA pede.

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Portanto, o novo Hornets teria LaMelo Ball, Kentavious Caldwell-Pope, Royce O’Neale, Miles Bridges e Al Horford no quinteto inicial. No banco, Mike Conley (podendo jogar ao lado de Ball por muitos minutos por não precisar da bola o tempo todo), PJ Washington, Cody Martin (renovando), Jalen McDaniels e Kai Jones, além de James Bouknight.

Com tais opções de trocas, o Charlotte Hornets ficaria muito mais forte defensivamente e seguiria muito bom nos arremessos de três.

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