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Gregg Popovich não é mais técnico da seleção dos EUA

Treinador de 72 anos deixa cargo após conquista do ouro olímpico em Tóquio; Auxiliares são favoritos para sucessão

Popovich técnico seleção eua
Ned Dishman / AFP

Grant Hill assumiu a direção da USA Basketball oficialmente nesse fim de semana e já tem a primeira grande missão no cargo. De acordo com Marc J. Spears, do portal The Undefeated, Gregg Popovich está deixando o cargo de técnico da seleção dos EUA e a busca por um substituto já foi iniciada. O treinador do San Antonio Spurs, de 72 anos, decidiu sair do posto após a conquista da medalha de ouro olímpica em Tóquio.  

 

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“Estamos buscando alguém que entenda e tenha respeito pelo basquete internacional, pois sabemos que o ambiente e dinâmicas são diferentes de uma temporada da NBA. Passei o último ano estudando a competição fora daqui e é muito diverso. Isso é algo vital. E, obviamente, procuramos um profissional que consiga controlar o vestiário”, explicou o ex-jogador, confirmando que a mudança de comando acontecerá. 

A disputa pela sucessão de Popovich como técnico da seleção dos EUA, na verdade, já teria favoritos claros. Segundo Spears, os atuais auxiliares do veterano no cargo estão em vantagem: Steve Kerr (Golden State Warriors), Lloyd Pierce (Indiana Pacers) e Jay Wright (Universidade de Villanova). O veterano Jeff Van Gundy, comandante do time nacional que disputa as eliminatórias para a Copa do Mundo FIBA, corre por fora. 

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Pressão por vitórias é bem-vinda

Outro desafio que Hill terá que enfrentar será manter a cultura de recrutamento bem sucedida de seu antecessor, Jerry Colangelo. O experiente executivo “recuperou” a hegemonia do Team USA no basquete masculino internacional ao voltar a convencer grandes astros da NBA a defenderem a seleção – a partir do Time da Redenção, em 2008. A pressão de seguir o modelo de sucesso é enorme, mas bem-vinda. 

“Os EUA lidam com uma expectativa sem igual no basquete. E não vamos fugir dessa responsabilidade. Isso é algo que você abraça e reconhece. Somos os favoritos. Há muito trabalho no processo até a glória, o jogo é diferente e os oponente têm mais continuidade, mas você precisa abraçar a pressão. Como jogador, eu sei que pressão significa que algo é importante”, afirmou o integrante do Hall da Fama. 

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Popovich passou um ciclo de cinco anos no comando da seleção norte-americana, na sucessão de Mike Krzyzewski após o ouro olímpico no Rio de Janeiro. E, apesar do fim bem sucedido no Japão, a sua passagem teve mais resultados inesperados e negativos do que o esperado. Antes da quarta medalha de ouro consecutiva, EUA terminaram a Copa do Mundo FIBA de 2019 em sétimo lugar e sofreram duas derrotas em amistosos antes da viagem para Tóquio. 

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