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Prospecto do Draft 2021 – JT Thor

Ala-pivô da Universidade de Auburn deverá ser uma escolha de primeira rodada no recrutamento desse ano

thor nba draft
Joe Murphy / AFP

NBA Draft 2021 – JT Thor

 

Idade: 18 anos
País de origem: EUA
Universidade: Auburn
Posição: Ala-pivô
Altura: 6’9.25’’ (2.06m)
Envergadura: 7’3.25’’ (2.21m)
Peso: 203 lbs. (92.1 kg.)
Médias na última temporada: 9.4 pontos, 5.0 rebotes, 0.9 assistências, 0.8 roubo de bola, 1.4 toco, 1.6 erros de ataque, 44.0% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 29.7% de acerto nas bolas de três pontos e 74.1% nos lances livres

 

 

Pontos fortes

– Thor saiu do NBA Draft Combine como um dos vencedores após medir 2.06m de altura e 2.21m de envergadura, medidas mais do que ideais para atuar como ala-pivô entre os profissionais e fazem com que cubra muito espaço em quadra;

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– Sua ótima condição atlética e agilidade fazem com que seja um terror movimentando-se sem a bola e operando em transição, com quadra aberta, o que tende a ser muito mais frequente na NBA;

– Converteu mais de 59% dos arremessos tentados dentro do garrafão na temporada da NCAA, utilizando os seus braços longos para finalizar com eficiência próximo da cesta e ser uma arma no pick-and-roll;

– Possui controle de bola bastante adequado (embora não refinado) para um jogador de sua estatura. É capaz de puxar contra-ataques com rapidez e atacar mismatches ou closeouts mais desenfreados de adversários;

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– O arremesso de Thor exibe um considerável potencial: mecânica sólida, difícil de ser contestado por conta de sua envergadura e credenciado por sólidos 75% de conversão na linha dos lances livres;

– Capacidade comprovada para sair do perímetro e defender em espaço por conta de sua excelente agilidade lateral. Mostrou-se bastante confortável trocando marcação no pick-and-roll e “travando” armadores adversários na NCAA;

– Defensor disruptivo na proteção de aro (tocos) e quebrando linhas de passe (roubos de bola), onde exibe combinação de postura agressiva na marcação, instintos apurados e razoável inteligência;

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– Versatilidade posicional pode ser o nome do jogo para o prospecto: teve sua formação majoritariamente como ala, costuma atuar como ala-pivô e possui atributos físicos para ser um pivô em formações mais ágeis na NBA atual;

– É simplesmente difícil encontrar um jogador de 18 anos com os seus atributos físico-atléticos, postura esforçada em quadra e recursos técnicos com grande margem de evolução. Grande upside a ser trabalhado.

 

Pontos fracos

– Talvez pela falta de um corpo mais forte, Thor nunca foi um jogador dos mais físicos em quadra. É estranho que um atleta com o seu ímpeto agressivo mal tenha cobrado três lances livres por partida em nível universitário;

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– Não é um prospecto dos mais refinados e versáteis em termos de arsenal no post ou em espaço curto perto do aro, dependendo basicamente de ganchos curtos usando a mão esquerda;

– Seu arremesso dá sinais animadores, mas não podemos ignorar que ele converteu menos de 30% de suas tentativas de longa distância na última temporada. É visível que o jovem arremessa, às vezes, um pouco desequilibrado;

– Comete muitos erros de ataque e desperdícios de bola para um atleta com seu volume ofensivo: não possui um drible avançado em trocas de direção, “enrola-se” quando está pressionado com a bola e não costuma ter “plano B” ao bater para dentro do garrafão;

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– Thor não é um jogador egoísta ou com a chamada “visão de túnel”, mas tem visão de jogo e qualidade de passe pedestres. Distribuiu horríveis 0.56 assistência por erro de ataque na última temporada;

– Potencial para atuar como pivô em formações mais ágeis na NBA é limitado por sua baixa produção nos rebotes. Não passa de um reboteiro adequado para sua estatura e falta-lhe imposição física para fazer a diferença nesse quesito;

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– Dá para perceber que, às vezes, o jogo é rápido demais para a leitura do prospecto e sua tomada de decisão nem sempre é a mais assertiva. É muito claro que ainda não tem maturidade e repertório para exercer determinadas funções em quadra;

– Consistência é um grande problema de Thor na carreira até agora: sua participação e esforço soam oscilantes, com mais de metade de suas cestas de três pontos da última temporada sendo convertidas em apenas quatro jogos.

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Comparação: Josh Smith (ex-Hawks)

Projeção: entre 20a e 40a posição geral

Confira alguns lances de JT Thor:

 

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