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História minimiza chances de LaMelo Ball ganhar Calouro do Ano

Armador do Hornets seria o jogador com menor participações na temporada a vencer a premiação na história da liga

LaMelo Ball calouro
Hannah Foslien / AFP

Favorito ao prêmio de Calouro do Ano até a noite do último sábado (20), quando sofreu uma fratura no punho direito que deverá tirá-lo do restante da temporada, o armador LaMelo Ball, do Charlotte Hornets, teria de se tornar o novato com o menor número de participações na temporada a ser coroado com a honraria.

Em busca de números que indicassem as chances do armador vencer o prêmio tendo atuado em apenas 56,9% dos 72 jogos do ano, fizemos um levantamento sobre os calouros que precisaram de menos jogos para fazê-lo.

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Primeira escolha do draft de 1985, o pivô Patrick Ewing, do New York Knicks, é o ‘campeão’ da estatística ao ter vencido a premiação depois de ter atuado em apenas 50 dos 82 jogos da temporada 85-86, o equivalente a 60,9% das partidas daquele ano, anotando médias de 20 pontos, 9 rebotes, 2.1 tocos e 1.1 roubo de bola.

Na ocasião, o atual treinador da Universidade de Georgetown bateu o ala-pivô Karl Malone, do Utah Jazz, que havia participado de 81 jogos no ano e acumulado 14.9 pontos, 8.9 rebotes e 1.3 roubo de bola por partida.

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Outro a vencer o prêmio tendo atuado na casa dos 60% dos jogos foi Brandon Roy, do Portland Trail Blazers. sextaescolha do draft de 2006, o ala-armador atuou em 57 dos 82 jogos de 2006-07 (69,5%), colocando médias de 16.8 pontos, 4.4 rebotes, 4 assistências e 1.2 roubo. Ele bateu Andrea Bargnani, do Toronto Raptors que, participou de 65 jogose e teve médias de 11.6 pontos e 3.9 rebotes.

Caso vença em 2020-21, Ball seria o primeiro a fazê-lo participando de menos de 60% dos jogos. Pior que isso, sua distância estatística sobre o segundo colocado na corrida, Anthony Edwards, do Minnesota Timberwolves, tem diminuído. Edwards assumiu o posto de cestinha da classe nas últimas semanas (16.7 por jogo contra 15.9 de Ball) e caminha a passos largos para se colocar também entre os principais reboteiros (média de 4.3 na temporada; 6.2 pós-Jogo das Estrelas).

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