Notícias Rumores Opinião Classificação Onde Assistir
Conferência Leste
Atlanta Hawks Boston Celtics Brooklyn Nets Charlotte Hornets Chicago Bulls Cleveland Cavaliers Detroit Pistons Indiana Pacers Miami Heat Milwaukee Bucks New York Knicks Orlando Magic Philadelphia 76ers Toronto Raptors Washington Wizards
Conferência Oeste
Dallas Mavericks Denver Nuggets Golden State Warriors Houston Rockets LA Clippers LA Lakers Memphis Grizzlies Minnesota T-Wolves New Orleans Pelicans OKC Thunder Phoenix Suns Portland Trail Blazers Sacramento Kings San Antonio Spurs Utah Jazz

“Teto de Zion Williamson é o Hall da Fama”, aposta Redick

Colega de Pelicans, veterano acredita que talento técnico, físico e atlético natural pode levar prospecto para templo máximo do basquete

O fenômeno Zion Williamson é a peça central e maior esperança do promissor elenco do New Orleans Pelicans para os próximos anos. E, para um dos veteranos do time, os pouco mais de 20 jogos disputados pela primeira escolha do último draft na temporada foram a apresentação de um talento superior na história da liga. J.J. Redick aposta que Zion possui um teto potencial tão alto que pode levá-lo ao Hall da Fama. 

Zion pode ser all-star, fazer parte de quintetos ideais, entrar no Hall da Fama. Esse é o seu teto. Ele não é apenas naturalmente atlético, mas também naturalmente habilidoso. Então, quando aprender como atuar na NBA, vai ser um jogador dominante. E terá essa supremacia sem forçar, ao natural. É um processo: em uns quatro anos, o menino será assustador”, projetou o arremessador, em entrevista ao podcast “All The Smoke”. 

Continua após a publicidade

A base promissora do Pelicans, porém, vai além de Williamson. O ala Brandon Ingram, por exemplo, foi eleito para o primeiro Jogo das Estrelas da carreira e deverá receber uma extensão contratual máxima da equipe na temporada. Outros jovens talentos do plantel incluem Lonzo Ball, Nickeil Alexander-Walker, Jaxson Hayes e Josh Hart. Para Redick, em especial, as evoluções de Ingram e Ball atraíram sua atenção.  

“Pude ver Brandon e Lonzo, por exemplo, desenvolvendo a forma como pensam o jogo. Eles estão aprendendo quais são seus pontos de vantagem sobre os adversários, o que pode funcionar todas as noites para ambos. Por mais que falemos no aprimoramento técnico, os grandes jogadores pensam o jogo em outro nível. É isso que faz Chris Paul, aos 35 anos e mais baixo do que todos em quadra, ainda um astro hoje”, detalhou o experiente ala-armador.   

Continua após a publicidade

Siga o Jumper Brasil em suas redes sociais e discuta conosco o que de melhor acontece na NBA:    

Instagram
Youtube
Twitter
Facebook 

comentários