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Contra protestos antirracismo, Donald Trump xinga jogadores da NBA de “burros”

Presidente dos EUA ainda diz que não se surpreende com respostas agressivas de atletas a suas críticas por tratarem-se de pessoas “desagradáveis”

O presidente dos EUA realmente está em pé de guerra com os jogadores da NBA. Donald Trump voltou a mostrar sua indignação com os atletas que ajoelham-se durante o hino nacional, antes dos jogos na “bolha”, acusando-os de desrespeito com símbolos patrióticos como a bandeira do país. Ele especulou, mais uma vez sem números, que a liga teria perda de audiência por conta dessa postura.

“A NBA está com sérios problemas. Acredito que o basquete não esteja agradando pela forma como trata o hino e a bandeira do país. Isso tem sido horrível para os esportes. As pessoas estão bravas com esses protestos e atletas não perceberam que o povo já tem política o bastante em caras como eu. É muito desconfortável para todos”, criticou o empresário, em entrevista ao jornal Washington Post.

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As constantes críticas do presidente não passam sem respostas. LeBron James e Doc Rivers, por exemplo, já disseram que a liga não poderia se importar menos com a audiência ou não do estadista. Stephen Curry, por sua vez, ironizou que Trump virou uma espécie de bússola moral não intencional: quem discorda dele sempre costuma estar com a razão em um debate.

“Eu não fiquei sabendo que os jogadores da NBA estavam respondendo o que disse, mas não estou surpreso com isso. Eles são muito desagradáveis mesmo e, para ser franco, muito burros também. Não apreciam o que temos aqui. A maneira como se curvam à China, mesmo ganhando muito mais dinheiro do nosso povo, é uma total desgraça para o país”, disparou a autoridade, relacionando dois fatos aparentemente pouco (ou nada) conexos.

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Diante das ofensas gratuitas aos jogadores, o comissário Adam Silver veio à público para defender a liga. “Nesse momento excepcional da história, a NBA está apoiando o movimento ‘Black Lives Matter’ e os protestos pacíficos de nossos atletas – que estão ao lado de aproximadamente 25 milhões de norte-americanos que pedem e só querem mais justiça social e lutam por um país melhor”, declarou o dirigente.

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