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Prospecto do Draft 2020 – Daniel Oturu

Ex-pivô da Universidade de Minnesota está projetado como escolha de início de segunda rodada

Daniel Oturu

Idade: 20 anos
País: Estados Unidos
Universidade: Minnesota
Experiência: sophomore (segundo ano universitário)
Posição: pivô
Altura: 6’10” (2,08m)
Envergadura: 7’2″ (2,18m)
Peso: 109 kg

Médias na última temporada: 20.1 pontos, 11.3 rebotes, 1.1 assistência, 0.5 roubo de bola, 2.5 tocos, 2.8 desperdícios de bola, 56.3% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 36.5% de aproveitamento nas bolas de três pontos, 70.7% de aproveitamento nos lances livres, 33.9 minutos por jogo

Pontos fortes

– pivô dotado de força física, com o corpo praticamente pronto para encarar o nível profissional
– versatilidade ofensiva
– sólido finalizador ao redor da cesta (com a mão direita); teve um aproveitamento de 71.8% na área pintada, tem um jogo de costas para a cesta muito eficiente, excelente em estabelecer posição e pontuar em movimento, sua capacidade de atacar a partir do drible em situações de faceup chama a atenção, exibe um vasto repertório no low post (spin moves, ganchos, drop steps), melhorou seu trabalho de pés perto da cesta
– potencial para se tornar um stretch 5 na NBA (aquele big man que espaça a quadra e arremessa do perímetro), eficiente nas situações de pick-and-pop, melhorou bastante como chutador de média e longa distância da primeira para a segunda temporada no College
– trabalha muito bem nos screens; seria uma boa adição a uma equipe que possua um grande playmaker e explore bastante o pick-and-roll
– reboteiro de elite; utiliza muito bem sua força física para brigar na área pintada e executa bem o box out, ativo nas duas tábuas
– sólido protetor de aro; utiliza bem sua fisicalidade, seus braços longos e tem um ótimo timing para bloquear arremessos, não foge do jogo de contato
– apesar das limitações atléticas, Oturu pode cavar o seu espaço na NBA, já que pivôs capazes de pontuar dentro e fora do garrafão estão em alta

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Pontos fracos

– preocupações com a sua mobilidade (a falta dela, no caso) em quadra; não tem um trabalho de pés avançado na parte defensiva e pode sofrer bastante no nível profissional para marcar bigs mais ágeis, em uma NBA com cada vez mais posses de bola, Oturu tende a sofrer na adaptação
– indisciplina na defesa, especialmente na ajuda; perde-se facilmente nas trocas, tem muita dificuldade para defender no pick-and-roll (sofre nas mudanças de direções), deixa a desejar na antecipação das linhas de passe
– tomada de decisões; tem uma altíssima taxa de turnovers quando tenta bater e/ou passar a bola, seu controle de bola não é bom, erra bastante quando pressionado e recebe dobra de marcação
– leitura de jogo (nos dois lados da quadra); visão de quadra limitada, tem dificuldade em manter a bola em movimento e para efetuar passes no post, pendura-se em faltas com facilidade (parece querer dar tocos em todos os arremessos do adversário)
– em suma: é um prospecto cru, com dificuldade de entendimento de vários aspectos do jogo, um projeto de médio e longo prazo que requer paciência

Comparação: mix de Alex Len (Sacramento Kings) / Bobby Portis (New York Knicks) / Thomas Bryant (Washington Wizards)

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Projeção: início da segunda rodada

Confira alguns lances de Daniel Oturu

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