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Prospecto do Draft 2020 – Obi Toppin

Eleito melhor jogador do College na temporada, ex-ala-pivô de Dayton é projetado como escolha top 10 no recrutamento deste ano

Por Lucas Torres, da Central do Draft

Obi Toppin

Idade: 22 anos
País: Estados Unidos
Universidade: Dayton
Experiência: sophomore (segundo ano universitário)
Posição: ala-pivô
Altura: 6’9″ (2,06m)
Envergadura: 7’0.25″ (2,14m)
Peso: 100 kg

Médias na última temporada: 20.0 pontos, 7.5 rebotes, 2.2 assistências, 1.0 roubo de bola, 1.2 toco, 2.2 desperdícios de bola, 63.3% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 39.0% de aproveitamento nas bolas de três pontos, 70.2% de aproveitamento nos lances livres, 31.6 minutos por jogo

Pontos fortes

Finalizador versátil no jogo de dupla
– Atleticismo e explosão como roller em situações de pick and roll
– Ótimo toque e sólida mecânica para espaçar a quadra na linha dos três pontos em cenários de pick and pop
– Excelente ‘rim runner’ na transição. Boa velocidade em linha reta e coordenação motora para controlar passes em movimento
– Confortável para colocar a bola no chão em ataques a closeouts
– Espaçador vertical quando atuando no papel de pivô em small balls – ótimo entendimento de espaçamento para se colocar atrás da defesa, na posição do dunker
– Versátil ofensivamente. Pode atuar na 5 (posição na qual passou mais tempo durante a temporada 19-20) ou na 4 com igual conforto
– Em seu melhor quando está de frente para a cesta – cenário que verá com mais frequência em uma NBA que tem diminuído drasticamente os toques no post
– Impactante quando ativo na proteção do aro em situações de ajuda. Explosivo na hora de reagir ao redor do aro
– Física e tecnicamente pronto para contribuir de imediato na NBA

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Pontos fracos

– Atlético em linha reta e com espaço, mas tem mobilidade lateral apenas mediana para um ala-pivô da atualidade
– Dificuldade para conter alas e armadores em trocas no perímetro
– Atividade e intensidade na defesa ‘vai e volta’. Capaz quando engajado, sobretudo no garrafão, mas nem sempre traz sua melhor versão como defensor
– Tem a força física para fazê-lo, mas nem sempre apresenta a ‘mentalidade’ para usar seu corpo em box outs na tábua defensiva. Reboteiro aceitável
– Qualidade do controle de bola cai significativamente quando tem de mudar de direção
– Limitação como ball handler, o que dificulta na hora de criar o próprio chute quando está de frente para a cesta
– Trabalho de pés inconsistente e pouco equilíbrio nos membros inferiores quando está de costas para a cesta. Dificuldade para punir mismatches a despeito do bom toque ao redor do aro
– Já tem 22 anos de idade. Mais velho que a maior parte de classe e fisicamente pronto, elementos que nos levam a crer que possui uma margem de crescimento menor que seus ‘concorrentes’ ao top 10 do draft

Comparação: John Collins (Atlanta Hawks)

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Projeção: top 10

Confira alguns lances de Obi Toppin

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