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Prospecto do Draft 2017 – Tony Bradley

Ex-pivô de North Carolina deverá ser escolhido na primeira rodada do recrutamento deste ano

Tony Bradley

Idade: 19 anos
País natal:
Estados Unidos
Universidade:
North Carolina
Experiência:
freshman
Posição:
pivô
Altura:
6’10.75’’ (2.10m)

Médias na última temporada: 7.1 pontos, 5.1 rebotes, 0.6 assistências, 0.3 roubos de bola, 0.6 tocos, 0.7 erros de ataque, 57.3% de aproveitamento nos arremessos de quadra e 61.9% de conversão nos lances livres em 14.6 minutos de ação

Pontos fortes:

– Bradley é dono de atributos físicos ideais para atuar como pivô profissional: são quase 113 kg. distribuídos em 2.10m de altura e 2.26m de envergadura.

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– Mais móvel do que aparenta, ele corre a quadra com relativa fluidez e agilidade.

– Tem um sólido arsenal ofensivo no post, potencializado por bom trabalho de pés, capacidade de estabelecer espaço no garrafão e finalizar com as duas mãos.

– Foi um dos reboteiros ofensivos mais estatisticamente produtivos do basquete universitário na última temporada.

– Seus instintos, posicionamento e noção de ângulos nos dois lados da quadra soam bastante avançados para alguém de sua idade.

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– Não é passador dos mais prolíficos, mas apresenta alta atenção ofensiva e oferece flashes ocasionais de ótima visão de quadra.

– Suas dimensões físicas de elite sugerem grande potencial como protetor de aro e contestando arremessos próximo da cesta – algo que ainda não faz tão bem.

– Teve altíssima produção em espaço limitado na rotação de UNC: cometeu poucos erros de ataque e pareceu consciente de suas limitações em quadra.

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Pontos fracos:

– Espaço limitado na única temporada que disputou na NCAA torna-o um prospecto bem pouco provado. Inconstante ao longo da campanha.

– Teve alguns dos piores resultados dos testes atléticos do Draft Combine.

– Mostrou dificuldades para operar contra adversários mais fortes e atléticos, como deverá encontrar todas as noites na NBA.

– Seu corpo desenvolvido e controle de espaço faz com que cave alta taxa de lances livres, mas pouco capitaliza com seus 61% de aproveitamento na linha.

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– Há questões sobre seu motor, como dizem os norte-americanos: sempre passa a impressão de que pode ser mais físico, ativo e dedicado em quadra.

– Bradley tem um jogo de perímetro que não empolga. Seu arremesso e habilidade de atacar defensores em movimento não são muito desenvolvidas.

– Lento lateralmente, ele não parece oferecer versatilidade para marcar em espaço e pode ser uma fragilidade no pick and roll.

– Seu perfil técnico não atende o que a NBA atual procura: seu estilo de jogo é old school e, tipicamente, com uma transição incerta para o próximo nível.

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Comparação: Diamond Stone (Los Angeles Clippers)

Projeção: segunda metade da primeira rodada

Confira alguns lances de Tony Bradley:

https://www.youtube.com/watch?v=51S-U3iXcn8&t=4s

https://www.youtube.com/watch?v=9-L9CR1T3tA

Legenda:
– Freshman (primeiro ano universitário)

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