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Previsão: Golden State Warriors (1º) x (5º) Utah Jazz

Time de melhor campanha da temporada regular não deve ter dificuldades para superar o Jazz

Conferência Oeste: Golden State Warriors (1º) x (5º) Utah Jazz

Confrontos na temporada: Golden State 2 x 1 Utah

08 DEZ – Warriors 106 x 99 Jazz
20 DEZ – Jazz 74 x 104 Warriors
10 ABR – Jazz 105 x 99 Warriors

Datas do confronto

02-05: Jazz x Warriors – 23h30 (em Oakland) – com transmissão do SporTV
04-05: Jazz x Warriors – 23h30 (em Oakland) – com transmissão da ESPN
06-05: Warriors x Jazz – 21h30 (em Salt Lake City) – com transmissão da ESPN
08-05: Warriors x Jazz – 22h (em Salt Lake City) – com transmissão do SporTV
10-05: Jazz x Warriors – Horário a ser definido (em Oakland)*
12-05: Warriors x Jazz – Horário a ser definido (em Salt Lake City)*
14-05: Jazz x Warriors – Horário a ser definido (em Oakland)*

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* Se necessário

Horários de Brasília

Golden State Warriors (67-15)

Playoffs: eliminou o Portland Trail Blazers, na primeira rodada, em uma série de quatro jogos
Maior sequência de vitórias: 14 (entre 14 de março e 8 de abril)
Maior sequência de derrotas: 3 (entre 8 e 11 de março)

Time-base

Stephen Curry (PG)
Klay Thompson (SG)
Kevin Durant (SF)
Draymond Green (PF)
Zaza Pachulia (C)

Reservas com mais tempo de quadra

Andre Iguodala (SG/SF)
Shaun Livingston (PG/SG)
JaVale McGee (C)
David West (PF/C)
Matt Barnes (SF)
Patrick McCaw (SG/SF)
Ian Clark (SG)

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Técnico: Steve Kerr

Líderes (temporada regular)

Pontos: Stephen Curry (25.3)
Rebotes: Kevin Durant (8.3)
Assistências: Draymond Green (7.0)
Roubos de bola: Draymond Green (2.0)
Bloqueios: Kevin Durant (1.6)

Líderes (playoffs)

Pontos: Stephen Curry (29.8)
Rebotes: Draymond Green (9.5)
Assistências: Draymond Green (7.5)
Roubos de bola: Stephen Curry (2.0)
Bloqueios: Draymond Green (4.3)


Utah Jazz (51-31)

Playoffs: eliminou o Los Angeles Clippers, na primeira rodada, em uma série de sete jogos
Maior sequência de vitórias: 6 (entre 10 e 21 de janeiro)
Maior sequência de derrotas: 4 (entre 14 e 20 de novembro)

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Time-base

George Hill (PG)
Joe Ingles (SG)
Gordon Hayward (SF)
Boris Diaw (PF)
Rudy Gobert (C)

Reservas com mais tempo de quadra

Rodney Hood (SG/SF)
Joe Johnson (SG/SF)
Derrick Favors (PF/C)
Shelvin Mack (PG/SG)
Dante Exum (PG/SG)
Raul Neto (PG)

Técnico: Quin Snyder

Líderes (temporada regular)

Pontos: Gordon Hayward (21.9)
Rebotes: Rudy Gobert (12.8)
Assistências: George Hill (4.2)
Roubos de bola: Joe Ingles (1.2)
Tocos: Rudy Gobert (2.6)

Líderes (playoffs)

Pontos: Gordon Hayward (23.7)
Rebotes: Rudy Gobert (7.4)
Assistências: Joe Ingles (4.0)
Roubos de bola: Joe Ingles (2.0)
Tocos: Rudy Gobert (1.2)

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Análise do confronto 

O Golden State Warriors vem de uma série tranquila na primeira rodada dos playoffs, quando varreu o Portland Trail Blazers, enquanto o Utah Jazz passou sufoco para bater o Los Angeles Clippers em sete partidas. A equipe californiana disputou seu último jogo há uma semana, tempo suficiente para que Kevin Durant, Shaun Livingston e Matt Barnes pudessem se recuperar de suas respectivas lesões. Já o Jazz jogou nesse domingo e terá somente 48 horas de descanso. 

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O Warriors venceu 19 dos últimos 20 jogos que disputou – contando temporada regular e primeira rodada dos playoffs. A única derrota foi justamente para o Utah Jazz, no dia 10 de abril, em casa, por 105 a 99. Na ocasião, o time de Oakland não contou com Klay Thompson e Barnes, enquanto o Jazz atuou desfalcado de Gordon Hayward, Derrick Favors e Rodney Hood. Naquela partida, o time de Utah foi melhor no aproveitamento nas bolas de três pontos, em rebotes, assistências, roubadas de bola e cometeu menos desperdícios de bola. Em compensação, no dia 20 de dezembro, o Warriors (completo) atropelou o Jazz (sem Favors e George Hill) por 104 a 74.

Dono do melhor ataque da NBA em 2016/17 (113.2 pontos anotados por 100 posses de bola), a equipe californiana ainda teve a segunda melhor defesa da temporada regular (101.1 pontos sofridos por 100 posses de bola) e foi o quarto em posses de bola por 48 minutos (102.24). Ainda liderou a liga em pontos, assistências, tocos, roubadas e aproveitamento nos arremessos de quadra. Nos playoffs, o atual vice-campeão tem a melhor defesa (limitou o Blazers a 96.3 pontos por 100 posses), o terceiro ataque mais eficiente (114.6 pontos por 100 posses de bola) e foi o líder em posses de bola por 48 minutos (104.86).  

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O Jazz, por sua vez, foi responsável pela terceira defesa mais eficiente da temporada regular (102.7 pontos sofridos por 100 posses de bola), o que menos sofreu pontos (96.8) e o que menos teve posses de bola por 48 minutos (93.62). Além disso, o time de Quin Snyder foi o time que menos levou pontos do corner. Já na primeira rodada da pós-temporada, a equipe de Utah foi dona apenas da oitava melhor defesa (106.2 pontos sofridos por 100 posses de bola) e a terceira que menos teve posses de bola por 48 minutos (91.76).

Se levarmos em conta os três duelos contra o Jazz na temporada regular, o Warriors limitou o rival a 94.0 pontos por 100 posses de bola. Detalhe: essa foi a pior marca ofensiva do time de Salt Lake City contra qualquer oponente da conferência Oeste em 2016/17. Mas há de se destacar que Hayward, o principal jogador de Utah, não atuou em duas dessas três partidas.

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É nítido que a série marca o encontro de dois estilos de jogo completamente distintos. O Warriors joga em velocidade e pontua bastante em transição e em bolas de três pontos, e o Jazz cadencia mais o jogo, fica mais tempo com a bola nas mãos e tenta encontrar o jogador melhor posicionado para fazer a cesta.

Outro atrativo na série: dois dos melhores defensores de 2016/17 – Draymond Green e Rudy Gobert – estarão em quadra. Green é o defensor mais versátil da NBA – protege bem a cesta, marca bem no um contra um no perímetro, é espetacular na defesa de ajuda, sabe o momento certo de dobrar a marcação e não se perde nos pick and rolls. Já o francês é melhor protetor de cesta da liga. Segundo em eficiência defensiva e primeiro em tocos, Gobert se destaca pela envergadura monstruosa (2,37m), excelente tempo de bola e mobilidade para defender pick and rolls. No entanto, ele sofre para marcar bigs que têm a capacidade de arremessar do perímetro. Por isso, o Warriors, que utiliza bastante uma formação mais baixa, com Durant e Green como ‘pivôs’, não é um bom encaixe para Gobert. Com o time adversário mais espaçado em quadra, ele vai penar quando tiver que sair da área pintada para marcar um desses atletas no perímetro. E com Gobert longe da cesta, a tarefa de penetrar o garrafão do Jazz fica facilitada.

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Se quiser ter alguma chance no confronto, o Jazz vai ter de ser quase que perfeito na marcação do perímetro – forçar o Warriors a desperdiçar mais a bola e contestar o máximo de arremessos possíveis da linha de três pontos – e explorar bastante os pivôs Gobert e Favors na região próxima à cesta. Como o time californiano tem Stephen Curry, Thompson e Durant como armas no perímetro, a missão da equipe de Utah é das mais complicadas.

Enfim, o Warriors tem um time mais qualificado, melhores números, está mais descansado e foi montado para ir longe nesta temporada (leia-se: pelo menos chegar à final da NBA). Não acredito que ausência do técnico Steve Kerr (afastado por conta de um problema nas costas) do banco de reservas vá influenciar o andamento da série. O Jazz, por sua vez, voltou aos playoffs depois de cinco anos de jejum. A adição de Joe Johnson, George Hill e Boris Diaw, que deu profundidade e experiência ao elenco, foi fundamental para o sucesso da equipe em 2016/17. Só de chegar à semifinal de conferência, algo que não ocorria desde 2010, o time do ótimo Quin Snyder já pode se dar por satisfeito. No encontro entre o estilo de jogo que ganha cada vez mais espaço na NBA e um time que joga à moda antiga, a equipe de Oakland, a meu ver, passa sem sustos.

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Palpite: Golden State Warriors 4 x 1 Utah Jazz

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