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Preview da temporada – Chicago Bulls

Chicago Bulls 2010-11: 62-20, 1° na conferência Leste Playoffs: eliminado nas finais de conferência pelo Miami Heat em cinco jogos Técnico: Tom Thibodeau, uma temporada (62-20) GM: Gar Forman, duas temporadas, dois playoffs Destaques: Derrick Rose, Carlos Boozer, Luol Deng e Joakim Noah Elenco 1- Derrick Rose, armador 7- C.J. Watson, armador 15- John Lucas, […]

Chicago Bulls

2010-11: 62-20, 1° na conferência Leste
Playoffs: eliminado nas finais de conferência pelo Miami Heat em cinco jogos
Técnico: Tom Thibodeau, uma temporada (62-20)
GM: Gar Forman, duas temporadas, dois playoffs
Destaques: Derrick Rose, Carlos Boozer, Luol Deng e Joakim Noah

Elenco

1- Derrick Rose, armador
7- C.J. Watson, armador
15- John Lucas, armador
11- Ronnie Brewer, ala-armador
32- Richard Hamilton, ala-armador
26- Kyle Korver, ala-armador
21- Jimmy Butler, ala-armador
9- Luol Deng, ala
5- Carlos Boozer, ala-pivô
24- Brian Scalabrine, ala-pivô
22- Taj Gibson, ala-pivô
3- Omer Asik, pivô
13- Joakim Noah, pivô

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Time de melhor campanha da NBA na última temporada, ao lado do San Antonio Spurs, o Chicago Bulls acabou sendo derrotado pelo Miami Heat em uma série que começou parecendo fácil, depois da vitória por 103 a 82. No entanto, o time sofreu quatro derrotas consecutivas, caindo diante da equipe de LeBron James, Dwyane Wade, e Chris Bosh.

O técnico Tom Thibodeau é especialista em defesa. Aprendeu com os melhores, e hoje já pode ser considerado um. A esperança está novamente em Derrick Rose, MVP da temporada passada. Mas o time não parou por aí, e contratou o veterano Richard Hamilton para levar o Bulls ainda mais longe.

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O perímetro

Derrick Rose não foi só o MVP da última temporada. Ele teve números que o credenciaram a isso, por ser o melhor jogador do melhor time. Escolha justa, segundo os critérios da NBA. Entretanto, ele poderia passar mais a bola. Isso o faria ainda melhor. Rose é espetacular quando vai definir, mas agora o Bulls conta com Rip Hamilton, que poderá ajudá-lo nisso.

Hamilton é experiente, já ganhou um título, foi para o Jogo das Estrelas em algumas oportunidades, e ainda, deu um toque de qualidade ao elenco que não tinha na posição desde a saída de Ben Gordon para o Detroit Pistons. Seu reserva será Ronnie Brewer, ótimo defensor, porém pouco aproveitado no ano passado, quando o titular era o apenas voluntarioso Keith Bogans.

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Kyle Korver segue com os seus precisos arremessos de longa distância. Nada menos que 41.1% de aproveitamento na carreira em três pontos. O calouro Jimmy Butler dificilmente terá muitos minutos em seu primeiro ano, assim como John Lucas, terceiro armador principal do time, atrás de Rose e C.J. Watson. Este último jogou 13 minutos por partida em 2010-11.

Luol Deng é o titular na ala desde 2004-05, mas só nas últimas duas temporadas ele apareceu de verdade. Já fez quase 19 pontos por jogo, porém lhe faltava um arremesso de três consistente. E isso ele tem agora, além de uma defesa muito bem postada.

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O garrafão

Tudo depende dos quase sempre contundidos Carlos Boozer e Joakim Noah. Somados, os dois perderam 57 jogos por lesões. É muita coisa para um garrafão titular. Boozer é ótimo ofensivamente, ainda que não consiga mais médias de 20 pontos e dez rebotes, como fizera no passado, no esquema de Thibodeau. Noah é um grande defensor, que atingiu dígitos duplos em pontos e rebotes nos dois últimos anos.

O problema de Noah é só a fragilidade física. Se isso falhar, o time tem um “Plano B”: Taj Gibson, outro excelente defensor. Mesmo jogando menos tempo que em seu ano de estria, Gibson manteve o bom padrão de jogo. Como titular, seus números são respeitáveis (10.2 pontos, 7.0 rebotes e 1.7 bloqueio em 19 embates em 2010-11). O ruim é que seu companheiro, o veterano Kurt Thomas, foi para o Portland Trail Blazers.

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Assim, o quarto jogador de garrafão passa a ser o turco Omer Asik, que leva ao Bulls muita força e tamanho perto da cesta. Defende bem. O mito Brian Scalabrine voltou da Itália, mas será que ele é capaz de repetir na NBA o que fez na Europa? Duvidoso.

Análise geral

O Bulls tem como repetir sua boa campanha do ano passado, ainda mais com a adição de Hamilton. Pode e deve se dar bem. O Boston Celtics está, em tese, mais fraco, mas isso não quer dizer que será fácil derrotá-lo. O Miami Heat o eliminou nas semifinais e foi para a final. Talvez a diferença para os dois times não seja tão grande como parecia há dois anos atrás.

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Com um time saudável, o Bulls vai longe. Alguém precisa ajudar Rose na armação, ou que até ele mesmo se ajude, ao invés de forçar tanto o arremesso (40.6% de aproveitamento e 3.6 erros de ataque nos playoffs). O detalhe: quando Rose acertou ao menos 45% de seus arremessos nos mata-matas, o Bulls venceu as quatro partidas. Quando esteve abaixo disso, teve somente uma vitória em sete jogos. É de se pensar nas decisões mais corretas para o MVP.

Previsão: segundo lugar na conferência Leste.

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