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Previsão da temporada – Washington Wizards

De treinador novo, equipe de Washington busca voltar aos playoffs após decepcionar na última temporada

Por Lucas Colisse

Washington Wizards

Campanha em 2015-16: 41-41, 10º lugar na conferência Leste
Playoffs: não se classificou
Técnico: Scott Brooks (primeira temporada)
GM: Ernie Grunfeld (14ª temporada)
Destaques: John Wall, Bradley Beal
Time-base: John Wall – Bradley Beal – Otto Porter Jr. – Markieff Morris – Marcin Gortat

Elenco

2 – John Wall, armador
33 – Trey Burke, armador
31 – Tomas Satoransky, armador
3 – Bradley Beal, ala-armador
15 – Marcus Thorton, ala-armador
9 – Sheldon McClellan, ala-armador
22 – Otto Porter Jr., ala
12 – Kelly Oubre Jr., ala
4 – Danuel House, ala
5 – Markieff Morris, ala-pivô
44 – Andrew Nicholson, ala-pivô
14 – Jason Smith, ala-pivô
13 – Marcin Gortat, pivô
28 – Ian Mahinmi, pivô

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Quem chegou: Trey Burke, Danuel House, Ian Mahinmi, Andrew Nicholson, Sheldon McClellan, Tomas Satoransky, Jason Smith

Quem saiu: Alan Anderson, Jared Dudley, Drew Gooden, J.J. Hickson, Nenê Hilário, Ramon Sessions, Garrett Temple

Revisão

Da semifinal do Leste para a décima colocação em 2015-16. Uma temporada para se esquecer em Washington. A diferença entre o time nos dois anos não tem muita explicação, tendo em vista que as principais peças permaneceram. John Wall, Bradley Beal e Marcin Gortat deveriam ser os caras do Wizards, mas nem tudo rolou como planejado.

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Lesões, problemas de vestiário e o interesse maior (em vão) em ter Kevin Durant na temporada seguinte do que em chegar aos playoffs atrapalharam a equipe.

De positivo ficaram as ótimas apresentações de Wall, a chegada de Markieff Morris, e, por fim, a troca de técnico para 2016-17. Scott Brooks chega com a responsabilidade de transformar Wall/Beal em algo parecido ao que era Westbrook/Durant.

https://www.youtube.com/watch?v=yj0rWwBtBvs

O perímetro

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Pouco mais de um ano atrás, John Wall e Bradley Beal se definiram como a melhor dupla de armadores da NBA. Pois bem, chegou a hora de provar. Espera-se que Beal esteja saudável e acompanhe Wall, que deve melhorar ainda mais seus números, não importando a crescente (ou não) do companheiro.

Na ala, a disputa entre Otto Porter Jr. e Kelly Oubre Jr. promete ser quente. Dois jogadores versáteis e que agradam ao novo técnico. Sem outras grandes opções para a posição, a dupla deve ganhar bons minutos.

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Tentando provar que ainda tem espaço na liga, Trey Burke será o reserva de Wall. O ex-armador do Utah Jazz não mostrou o talento que desfilava na NCAA e está devendo. Em um elenco jovem, e sendo reserva da estrela da equipe, Burke pode tirar proveitos da situação e agregar bons valores ao Wizards. Outra novidade do perímetro para a temporada é Tomas Satoransky. Vindo do FC Barcelona, ele atua nas posições 1 e 2 e tem bom tamanho e envergadura. Resta saber se ele vai se adaptar facilmente ao basquete da NBA.

https://www.youtube.com/watch?v=nkMZgk-wVbo

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O garrafão

Será o segundo ano da dupla Marcin Gortat e Markieff Morris. Com Ian Mahinmi, Jason Smith e Andrew Nicholson chegando agora, os dois deverão ficar com maior responsabilidade no garrafão do time de Washington.

O polonês é excelente no pick and roll ofensiva e defensivamente. Gortat não é um grande reboteiro nem uma máquina de tocos, mas é um pivô que vai estar sempre brigando dentro do garrafão.

Morris chegou rodeado de dúvidas por conta de polêmicas envolvendo o Phoenix Suns (sua antiga equipe) e a troca de seu irmão, Marcus Morris, para o Detroit Pistons. Nos seus 27 jogos com a camisa do Wizards, as dúvidas foram embora. O ala-pivô jogou duro, teve seu segundo melhor aproveitamento nos arremessos (46.7%) e conseguiu 12.4 pontos e 4.9 rebotes por jogo. Não é o melhor strech-four da NBA, mas cumpre muito bem sua função. Mais entrosados, ele e Gortat devem se beneficiar da evolução de John Wall e bagunçar muitos times na liga.

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Análise Geral

Tudo depende de como Scott Brooks lidará com os novos comandados. O Washington Wizards pode ser um time de playoffs e pode ser um time de meio da loteria do draft. Wall e Beal precisam se dar bem. Com os dois armadores estando em sintonia, a tendência é que o resto do time cresça e busque uma vaga na pós-temporada.

Talvez ainda falte experiência à equipe, mas agora os atletas têm a chance de “virar a chave” e projetar o Wizards para as finais do Leste nos próximos anos.

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Previsão: décimo lugar na conferência Leste

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