NBA Draft 2026: As necessidades do Toronto Raptors
Jumper Brasil aponta caminhos e alternativas para o Raptors no recrutamento

O Jumper Brasil continua a série diária “NBA Draft 2026: As necessidades de cada time”, agora com o Toronto Raptors. Afinal, a equipe canadense terá a 19ª escolha no recrutamento deste ano.
Após três temporadas de fracassos, o Raptors fez a quinta melhor campanha do Leste e, assim, voltou aos playoffs. No entanto, o time caiu na primeira rodada, em uma série de sete jogo contra o Cleveland Cavaliers.
Portanto, a equipe de Toronto voltou a ser competitiva. Como esperado, a chegada de Brandon Ingram impactou o ataque do Raptors. Já Scottie Barnes não evoluiu na parte ofensiva, mas em compensação brilhou no outro lado da quadra. Tanto que foi o quinto mais votado para defensor do ano e eleito para o segundo quinteto defensivo da liga.
Em seu primeiro ano à frente das operações de basquete da franquia, Bobby Webster deixou uma boa impressão. Agora, a expectativa é a de que Toronto siga forte no Leste. E tudo vai começar para o Raptors no Draft 2026 da NBA, com a pick 19. O dirigente, então, espera acertar no recrutamento como no ano passado (Colin Murray-Boyles na nona escolha).
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NBA Draft 2026: As necessidades do Toronto Raptors
Elenco para a próxima temporada (oito atletas com contratos garantidos)
PG: Immanuel Quickley (27 anos, US$32,5 milhões)
SG: RJ Barrett (26 anos, expirante de US$29,6 milhões) / Ja’Kobe Walter (21 anos, US$3,8 milhões)
SF: Brandon Ingram (28 anos, US$40 milhões) / Gradey Dick (22 anos, expirante de US$7,1 milhões)
PF: Scottie Barnes (24 anos, US$41,7 milhões)
C: Jakob Poeltl (30 anos, US$19,5 milhões) / Colin Murray-Boyles (21 anos, US$6,6 milhões)
Média de idade: 24,9 anos
Folha salarial: US$180,8 milhões
Agentes livres: Alijah Martin (SG, 24 anos, restrito), Chucky Hepburn (PG, 23 anos, restrito), AJ Lawson (SG/SF, 25 anos, irrestrito), Garrett Temple (SG/SF, 40 anos, irrestrito)
Player option: Sandro Mamukelashvili (PF/C, 27 anos, US$2,8 milhões)
Team option: Trayce Jackson-Davis (C, 26 anos, US$2,4 milhões), Jamal Shead (PG, 23 anos, US$2,3 milhões), Jonathan Mogbo (PF/C, 24 anos, US$2,3 milhões)
Contrato não garantido: Jamison Battle (SF/PF, 25 anos, US$2,3 milhões)
Exceções salariais: mid-level para times que não pagam Luxury Tax (US$15,1 milhões), bianual (US$5,5 milhões), trade exception (US$6,4 milhões)
Posições carentes: PG, PF, SF, C
Necessidades da equipe
Trocar Jakob Poeltl. Em 2025/26, o austríaco teve o seu pior desempenho nos últimos sete anos na NBA. Para piorar, ele desfalcou o Raptors em 38% dos jogos desde 2023. Além disso, o pivô tem contrato até 2030. Com a ascensão do novato Colin Murray-Boyles, Poeltl se tornou uma peça dispensável.
Definir o futuro de RJ Barrett. Afinal, o canadense terá o seu contrato expirando ao final da campanha. Portanto, ou estende o contrato dele ou negocia Barrett o quanto antes para não perdê-lo de graça em 2027.
Bons arremessadores. Na última temporada, o Raptors foi o quinto pior da NBA em tentativas do perímetro (32,1 por jogo) e cestas de três (11,4).
Escolhas do Raptors no Draft 2026 da NBA: 19 e 50
Nomes mais indicados
* Pick 19
Morez Johnson (PF/C, Michigan, 20 anos, sophomore), Hannes Steinbach (PF, Washington, 20 anos, freshman), Christian Anderson (PG, Texas Tech, 20 anos, sophomore)
Capaz de jogar nas posições 4 e 5, Johnson é um pivô dotado de atributos físico-atléticos de elite e um ótimo defensor. Além disso, ele tem um arremesso promissor do perímetro, algo que poderá ser explorado na NBA. Assim, ele seria uma boa opção para a rotação de garrafão do Raptors.
Já Steinbach é um dos jogadores de garrafão mais técnicos deste Draft da NBA. Reboteiro de elite, ele tem uma base de fundamentos muito sólida e foi um dos atletas mais produtivos do College em sua posição.
Apesar da pouca idade, Anderson já integra a seleção adulta da Alemanha. No College, ele mostrou que é um ótimo arremessador e criador para os companheiros (excelente no pick-and-roll). Habilidoso, e dono de um ótimo controle de bola, o armador é elite na mudança de direção, fintando adversários e criando separação para arremessar. Já na defesa, ele compete, apesar das limitações físicas.
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